quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

“Que queres que eu te faça?”



“Que queres que eu te faça?”. Parei e viajei no pensamento diante dessa pergunta de Jesus ao cego de Jericó.

O cego escutou o barulho da multidão e quis saber do que se tratava.

Ao tomar conhecimento de que Jesus estava passando por ali, não se importou com a multidão e começou a clamar em alta voz para que Jesus tivesse compaixão dele.

Em outras palavras ele pedia que Jesus olhasse para ele. 

Ele reconhecia que ali estava a solução para todos os seus problemas, o milagre que esperava há muitos anos na sua vida.

O seu clamor ecoava, ensurdecedor, a ponto de incomodar a multidão e esta pedir-lhe para que se calasse. 

Ele se calou? 

Muito pelo contrário, gritou mais alto. 

A sua necessidade por socorro, por salvação, por mudança, era superior ao orgulho, ao medo da multidão, a vergonha. 

O seu milagre estava a pouca distância dele e ele não poderia perder aquela oportunidade.

Jesus parou diante do seu clamor. 

Jesus mandou que o levassem até ele. 

Eu imagino que esse homem chegou diante de Jesus, tremendo, rosto molhado pelas lágrimas, corpo trêmulo e expressão desesperada no olhar. 

Em pé, frente a frente com Jesus, o cego tinha a sua oportunidade de salvação palpável.

Imagino o olhar de muito amor e carinho de Jesus para com aquele homem que clamava por ele, em muito desespero, com muita fé em Jesus, pedindo-lhe socorro. 

A fé daquele homem moveu o coração de Jesus e ele parou e perguntou: 

“Que queres que eu te faça?”.

“Senhor, que eu torne a ver”. O cego respondeu.

Jesus então lhe disse: 

“Recupera a tua vista; a tua fé te salvou”.

Imediatamente o cego tornou a ver e seguia a Jesus, glorificando-o. 

O povo de Deus vendo isso lhe dava louvores.


“Que queres que eu te faça?”.

domingo, 14 de fevereiro de 2016

FILHO E PAI X PAI E FILHO


Ao meditar no versículo 31 de Lucas 15, fiquei pensando sobre o relacionamento de pai e filho. O versículo diz assim: “ Então, lhe respondeu o pai: Meu filho, tu sempre estás comigo. Tudo que é meu é teu.”
Nos dois versículos anteriores o irmão do filho pródigo veio requerer do pai, porque ele o servia há tanto tempo, nunca havia transgredido a uma ordem do pai e o pai nunca havia dado sequer um cabrito para ele se alegrar com os amigos. No entanto, o irmão dele, que havia gasto toda a herança que o pai dera, o desonrara, agora voltava e era recebido com festas.
A resposta do pai, chama a atenção para o relacionamento desse filho. O pai estava sempre à disposição dos filhos, mas eles precisavam enxergar isso e ter atitude de aproximação com o pai, tanto quanto o pai tinha para com eles.
O filho pródigo sabia que tinha parte na herança do pai. Foi até o pai e pediu. O pai deu. O outro filho, provavelmente observa essa atitude do irmão criticamente. Serve ao pai, é obediente ao pai, mas, pelo visto, não se aproximava para compartilhar com o pai o que sentia, o que queria. Fazia o seu dever de servir, de obedecer, honrar com a obediência, sem transgredir a nenhuma ordem do pai.
O filho prodigo esbanjou a sua herança, foi viver os prazeres da carne, afastou-se do pai. E quando se sentiu vazio de tudo, se lembrou do pai e, arrependido, decidiu que voltaria para o pai. O conhecia. Sabia que se pedisse um emprego ao pai, ele o concederia. Assim poderia ter alimento e ainda estar perto do seu pai. Sem titubear, foi até o pai e humilhado, pediu que o pai o recebesse de volta, nem ousou que o pai o recebesse como filho, pois reconhecia que a forma como agiu com o pai não era o que um filho faria.  Mas, o pai o recebeu de volta, de braços abertos e ainda com uma grande festa.
O outro filho não pedia, provavelmente não falava o suficiente com o pai. Mas, quando se aproximou para questionar o pai, foi lembrado: “estás sempre comigo, o que é meu é teu”. É como se o pai dissesse: “Filho, se querias um cabrito para te alegrares com os teus amigos, porque não pegastes? Estás sempre comigo e não sabes ainda ficar à vontade comigo e com o que é teu?” .
Esse texto me fez parar e pensar profundamente nesse aspecto da nossa relação com o Pai. Somos seus filhos, Ele disse: “Tudo é vosso” (Portanto, ninguém se glorie nos homens; porque tudo é vosso” I Cor. 3:21). Temos parte na herança do Pai, Ele disse que nos daria o que pedíssemos (Mateus 7:7), mas não temos. Por quê?
É necessário revermos a nossa relação de filhos com o Pai Deus. Ele está sempre à nossa disposição de braços abertos. Mas, e nós, de que forma temos nos aproximado d’Ele? Qual tem sido a nossa motivação para usufruirmos da herança que temos com Ele? Estamos apenas buscando cumprir o nosso dever como filhos obedientes, sem transgredir, mas mantemos distância? Que tipo de filhos temos sido em nosso relacionamento com o nosso querido Pai? Pensemos nisso e nos posicionemos!













terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

ZELOSOS DE DEUS...

Compartilhando palavras "rhemas" de Deus na minha vida em janeiro. Meditem e sejam impactados tanto quanto eu fui! Abraço!

DOMINGO, 10 DE JANEIRO
O zelo do rei Jeú por Deus foi recompensado. 

É uma linda história de um rei que realizou o que Deus profetizou que aconteceria à casa de Acabe. 

Ele, corajoso e destemido, muito valente, foi lá e defendeu a causa da santidade de Deus.

II Reis 10:30
30 - Por isso disse o SENHOR a Jeú: Porquanto bem agiste em fazer o que é reto aos meus olhos e, conforme tudo quanto eu tinha no meu coração, fizeste à casa de Acabe, teus filhos, até à quarta geração, se assentarão no trono de Israel.

SEGUNDA. 11 DE JANEIRO DE 2016

II REIS 11

É preciso nos posicionarmos como zelosos do Senhor e tomar à frente contra os inimigos do nosso território. 

Depois que o sacerdote Joiada matou a afrontadora do povo de Deus houve alegria e sossego na cidade. 

Quem é a Atalia em nosso território que está matando os da linhagem real e trazendo perturbação à cidade?

II Reis 9:22
22 - E sucedeu que, vendo Jorão a Jeú, disse: Há paz, Jeú? E disse ele: Que paz, enquanto as prostituições da tua mãe Jezabel e as suas feitiçarias são tantas?
II Reis 11:20

20 - E todo o povo da terra se alegrou, e a cidade repousou, depois que mataram a Atalia, à espada, junto à casa do rei,

domingo, 7 de fevereiro de 2016

VIVA SEU CHAMADO...

DOMINGO, 7 DE FEVEREIRO DE 2016.

Ao meditar sobre o processo de desenvolvimento ministerial de Jesus no capítulo 2 de Lucas, fiquei pensando sobre o desafio dele cumprir o chamado, sendo sobrenatural, criado por uma família natural. 

Jesus tinha fome e sede de fazer a vontade do Pai desde muito cedo e isso é comprovado na palavra, nesse capitulo. Aos doze anos estava debatendo com os adultos, doutores da lei, acerca do Reino de Deus. Seus pais partiram e imaginaram que Jesus os tinha seguido. Mas Jesus estava tão envolvido com a sua missão, que não pode interromper para voltar para casa com os seus pais. 

Jesus gostaria que seus pais compreendessem algo que eles já sabiam, pois o anjo falou a Maria e José,  que Jesus era o filho de Deus, o Salvador; mas eles não compreendiam: "Por que me procuráveis? Não sabíeis que me cumpriria estar na casa de meu PaiNão compreenderam porém as palavras que lhes dissera". (Lucas 2:49-50) 

Como naturais não poderiam deixar um adolescente de doze anos sozinho, no meio de uma multidão de adultos, muitos deles, mal intencionados. Foram estes que crucificaram Jesus, dando falso testemunho a seu respeito, vinte um anos depois. 

A palavra diz que Jesus era submisso aos seus pais e voltou com eles: "E desceu com eles para Nazaré e era lhes submisso" (Lucas 2:51a). Há outros episódios dessas interrupções, como no milagre da água em vinho, quando Maria ficou dizendo a Jesus o que deveria fazer e quando Jesus estava pregando para as multidões e Maria e os outros irmãos de Jesus vieram falar com ele. São esses os textos.: 

“Três dias depois, celebravam-se bodas em Caná da Galiléia, e achava-se ali a mãe de Jesus.
Também foram convidados Jesus e os seus discípulos.
Como viesse a faltar vinho, a mãe de Jesus disse-lhe: Eles já não têm vinho.
Respondeu-lhe Jesus: Mulher, isso compete a nós? Minha hora ainda não chegou.
Disse, então, sua mãe aos serventes: Fazei o que ele vos disser.” João 2:1-5

"E, falando ele ainda à multidão, eis que estavam fora sua mãe e seus irmãos, pretendendo falar-lhe.
E disse-lhe alguém: Eis que estão ali fora tua mãe e teus irmãos, que querem falar-te.
Ele, porém, respondendo, disse ao que lhe falara: Quem é minha mãe? E quem são meus irmãos?
E, estendendo a sua mão para os seus discípulos, disse: Eis aqui minha mãe e meus irmãos;
Porque, qualquer que fizer a vontade de meu Pai que está nos céus, este é meu irmão, e irmã e mãe".  Mateus 12:46-50


Quando Jesus começou seu ministério, tinha trinta anos:Jesus tinha cerca de trinta anos de idade quando começou seu ministério. Ele era, como se pensava, filho de José, filho de Eli. (Lucas 3:23). Nos evangelhos vemos escrito quão intenso fora o desenvolvimento do seu ministério e não vemos que Ele tenha ficado com a família, mas saiu para exercer o chamado. 

Jesus estava sempre pelos montes, em lugares desertos, no meio das multidões, em diferentes cidades, andando de um lugar para o outro, pregando o evangelho do Reino, ensinando nas sinagogas, curando os enfermos, libertando os cativos por satanás, livrando os que que necessitavam, atendendo a todos que precisavam de salvação. 

Ele não parou em nenhum momento e concluiu o seu ministério na caminhada até o calvário, onde cumpriu por definitivo a sua missão na Terra, morrendo por nossa causa, a fim de que não apenas alguns, mas todos fossem salvos da condenação eterna do pecado pelo ato de desobediência de Adão e Eva, no Eden. 

Que lindo filho, Jesus! Que noivo mais lindo, Jesus! Fiel, amoroso, muito comprometido com a causa do Pai. Um exemplo inigualável para seguirmos, todos os dias das nossas vidas, o dia todo. Quando temos um chamado, um propósito em Deus, não podemos parar por causa da família, por causa das circunstâncias... 

Uma missão não pode ser interrompida, senão colocaremos em risco a vida de inúmeras gerações. Jesus foi até o fim; Ele foi até a morte e foi recompensado com o resgate de todas gerações dos filhos de Deus, devolvendo-os ao Pai. 

Deus o recompensou restituindo-lhe a vida e o trono. Jesus disse em visão ao apóstolo João, referindo à igreja Filadelfia: “Sê fiel até a morte e dar-te-ei a coroa da vida. Ap; 3:11. 

Sejamos fieis, até a morte, e viveremos a promessa da vida!