sábado, 14 de janeiro de 2017


Olá queridos. Escrevi essa carta de consolidação e não consegui compartilhar. Segue agora. Creio que trará uma forte reflexão e mudança, como trouxe para minha vida.

Simões Filho, 17 de setembro de 2016. 

Em gálatas 6:10 está escrito: "Então, enquanto temos tempo, façamos bem a todos, mas principalmente aos domésticos da fé."


Querida irmã, querido irmão:

Grande prazer em compartilhar com vocês, mensagens que Deus ministra ao meu coração, em cada meditação. São muitos rhemas, a cada dia, o dia todo. Por isso, sinto-me muito honrada em escrever essas cartas.
No fim do primeiro semestre eu vivi uma experiência muito forte que muito me impactou. Já há algum tempo Deus ministrava na minha vida sobre ter zelo com o que é colocado em minha mão para eu cuidar. Em pequenas situações o Espírito ia ministrando: “Cuide, para não morrer”. Isso ia crescendo. Até o dia em que Blue[1] morreu e Igor chorou desesperadamente. Mas ele não cuidou devidamente. Por mais que falássemos a ele, o alertássemos. Fiquei muito triste. Alguém pode dizer: “era só um pássaro”. Era uma vida! Estava sob a responsabilidade maior de Igor, porque pertencia a ele, mas todos nós estávamos envolvidos nessa atenção.
Fiquei pensando muito nesse episódio e sendo ministrada sobre o “cuidado para não morrer”. Então fui ao quintal de mainha e olhei para as suas plantas. Mainha amputou a perna em 2009, por complicações no sistema circulatório. Desde então a rotina da minha vida mudou completamente. Continuei trabalhando, mas com todos meus horários adaptados a dar atenção a ela.
Ela é muito ativa. E tenta se readaptar realizando muitas atividades que gostava de fazer em casa. Até outro dia preparava o almoço, mas depois não conseguiu mais depois que fez cirurgia de catarata.
Ela sempre gostou muito de plantas e mesmo com a perna amputada sempre cuidou de suas plantas, molhando, fazendo mudas, tirando as folhas secas, vendo se tinha alguma praga. Todos os dias estava lá no quintal de casa para essa rotina que sempre amou.
Eu sempre a assisti auxiliando nas outras coisas que ela foi deixando de fazer, ou precisava de auxílio, mas essa rotina com as plantas eu “não estava nem ai”. Muito trabalho. Também não gosto de cuidar de plantas. Em nossa casa não tem nenhuma planta. Até uns pés de feijão que Igor plantou para fazer uma experiência Eliene jogou no lixo.
Então, numa certa manhã, quando fui ao quintal pegar algo na lavanderia, meus olhos bateram nas plantas de mainha. Fiquei arrasada com o que vi. Fiquei ali parada no meio do quintal, pensando. Mainha estava dormindo. Era pouco mais de sete da manhã. As plantas dela estavam sempre verdinhas, porque ela cuidava. Nós mesmos fizemos algumas selfies nesse “jardim” dela, como vocês veem a seguir. 
     

A situação das plantas do jardim de mainha estavam desse jeito, mostrado nas fotos, que fiz questão de registrar:





Senti muito, pois se ela pudesse não deixaria suas plantas chegarem naquele estado. Havia ficado um tempo debilitada por causa de uma hemorragia digestiva que a hospitalizou por mais de vinte dias, também teve a cirurgia da catarata que não foi bem sucedida em um dos olhos. Por tudo isso ficou afastada de suas plantas.
Naquele momento, conversei com o Pai sobre tudo que aquela cena me fazia refletir acerca de mainha e a minha responsabilidade de cuidar de tudo que ela sempre cuidou com muito amor, por mais que eu não quisesse aquele compromisso e nem gostasse dele.
Peguei a mangueira e comecei a molhar as plantas. A terra seca, as folhas secas. Será que ainda tinha jeito de elas voltarem a ficar verdes? Pensei com pouca expectativa.
Assim, todas as manhãs, bem cedo, antes de trabalhar ou fazer qualquer outra coisa, lá estava eu em minha nova missão. Fiquei emocionada quando, uma semana depois, vi nascer um broto de palmeira.
Fiquei pensando nas discípulas, nas células, no que estava morrendo em nossas vidas e na vida de quem estava próximo a nós por falta de cuidado, por não regar, para manter verde. Foi um tempo de intensa reflexão e tomadas de atitudes, orações, intercessões, lembrando de pessoas, enquanto eu molhava as plantas.
Quase um mês depois não pude deixar de registrar o que vi, emocionada, feliz, tendo aprendido uma grande lição sobre mordomia, cuidado, comprometimento.  Como vocês veem nas fotos abaixo.




Para concluir, pratiquemos mais e mais o que está escrito em  “tudo que vier à tua mão para fazer, faze-o com toda a tua força, como se fosse para o Senhor”.
A responsabilidade foi concedida a cada um, conforme a missão que está designada a nós nesse planeta. Avancemos, pois, lembrando: “se não cuidar, morre...”!


Abraço, Eliade­


Essa foto tirei no dia 11 de dezembro de 2016. Dois dias após mainha ter partido. Continuo cuidando do seu lindo jardim. Em meio a dor e choros, um sorriso ao lembrar do seu local preferido.











[1] O periquito de Igor.

Um novo tempo, um novo ciclo...

Simões Filho, 14 de janeiro de 2017.


Olá amados,

Quanto tempo, heim?

Tantas coisas aconteceram no ano passado. Foram intensas batalhas! Aprendi muito em cada uma delas, e a minha fé e intimidade com a Trindade ficou ainda maior.

Guerreei muito contra o maligno e Deus me deu a vitória em todas as batalhas.

Cheguei ao final do ano com a espada em punho e no meu corpo as marcas de um ano de fortes batalhas, mas a maravilhosa sensação de vitoriosa.

No último mês, minha querida mãe foi para os braços do Pai. Foi um impacto que ainda estou sentindo forte na minha alma, mas estou muito confortada pelos meus lindos amores: O Pai, o Noivo, o Amigo.


Sinto muitas saudades. Todos os dias. Mas, estou em paz porque Ela está com o seu querido Deus.

Quero compartilhar com vocês a meditação que fiz no dia 17 de dezembro de 2016, que falou muito ao meu coração. Espero que seja tão edificados quanto eu tenho sido.


Um forte abraço. Que o Senhor os fortaleça e faça de cada um de vocês um vaso de honra.

Ezequiel 24: 16-22
16 - Filho do homem, eis que, de um golpe tirarei de ti o desejo dos teus olhos, mas não lamentarás, nem chorarás, nem te correrão as lágrimas.
17 - Geme em silêncio, não faças luto por mortos; ata o teu turbante, e põe nos pés os teus sapatos, e não cubras os teus lábios, e não comas o pão dos homens.
18 - E falei ao povo pela manhã, e à tarde morreu minha mulher; e fiz pela manhã como me foi mandado.
19 - E o povo me disse: Porventura não nos farás saber o que significam para nós estas coisas que estás fazendo?
20 - E eu lhes disse: Veio a mim a palavra do SENHOR, dizendo:
21 - Dize à casa de Israel: Assim diz o Senhor DEUS: Eis que eu profanarei o meu santuário, a glória da vossa força, o desejo dos vossos olhos, e o anelo das vossas almas; e vossos filhos e vossas filhas, que deixastes, cairão à espada.
22 - E fareis como eu fiz; não vos cobrireis os lábios, e não comereis o pão dos homens.
23 - E tereis nas cabeças os vossos turbantes, e os vossos sapatos nos pés; não lamentareis, nem chorareis, mas definhar-vos-eis nas vossas maldades, e gemereis uns com os outros.
24 - Assim vos servirá Ezequiel de sinal; conforme tudo quanto ele fez, fareis; quando isso suceder, sabereis que eu sou o Senhor DEUS.


Ezequiel foi usado como um sinal profético de Deus para o povo de Israel, num tempo de grande afronta a Deus pelo seu povo escolhido.
Ezequiel estava ali, a postos, resoluto, obediente, disposto a fazer tudo que Deus queria e passar pelo que fosse, pois ele era totalmente do Pai.
Deus queria que o povo de Israel se arrependesse e visse o grande mal que estava fazendo a Ele e a si.
Fico meditando nessa hora sobre essa palavra rhema: ser como sinal para que os propósitos de Deus sejam estabelecidos.
Os fariseus pediram um sinal a Jesus acerca da veracidade do que Ele dizia. Jesus respondeu, que para aquela geração incrédula o sinal que ela dava era a do profeta Jonas. (Mateus 12:41)
O profeta Jeremias foi um sinal profético também, assim como Ezequiel, obedeceu a tudo que Deus o mandou fazer a fim de que Israel percebesse o mal que estava cometendo contra Deus e o que lhes aconteceria por causa disso.
Vivemos numa geração má e incrédula. Que também tem abandonado Deus e menosprezado a sua palavra. Não podemos nos adequar a essa geração, acomodando-nos às suas atrocidades, como se fosse normal. Não é normal! Não é normal ver um homem caído no meio da rodovia, como nós vimos ontem e não tomar uma providência para que ele seja socorrido. Pedimos ao taxista para ligar para Via Bahia e tomar as providências. Mas, poderíamos ter feito muito mais. Não é normal ver tantos adolescentes e crianças morrendo vítimas de álcool, drogas e não agirmos com ímpeto de salvação nessa direção. Como temos chamado à atenção deles como sinal profético de Deus nessa geração? Jeremias, Jonas, Ezequiel, Isaias, Jesus, Daniel, tantos outros, se expuseram como sinais proféticos chamando a atenção do povo para o arrependimento e salvação. E nós, que luzeiro temos sido? Que farol temos sido para indicar o caminho da salvação?
Meu Deus, misericórdia de nós. Que impacto na minha alma essa meditação. Ajuda-me! Preciso melhorar ainda mais! Muito mais! Vou agir mais nesse sentido a partir de agora.
Mainha foi tomada para o Senhor tem 8 dias hoje. No sábado passado foi o seu sepultamento. Nosso coração doi de saudade, sentindo muito a sua falta, por toda alegria, muito barulho, brigava muito com a gente pelas coisas que ela queria que fizéssemos o mais rápido, ou do jeito dela... O Senhor está nos confortando, a cada dia, como nos confortou em relação a painho que ele levou há quatro anos.
Mas, pensar nessa meditação me faz lembrar deles dois, exemplos singulares de sinal profético do Senhor na geração deles e na nossa. Testemunhas de fé, obediência, perseverança, servos, integridade, fidelidade, amor, alegria, para com Deus. Muitas pessoas se arrependeram e foram salvas pelo exemplo deles como sinal profético, chamando a atenção de cada para a vida de pecado que levavam.
Painho e mainha, assim, como Jesus e os profetas, me fazem pensar sobre a minha vida e o tipo de sinal profético que eu tenho sido na minha geração. Misericórdia de mim, meu Pai, me ajude, preciso! Eis-me aqui, usa-me, faz de mim o que quiseres, estou à tua total disposição! Te amo Pai! Te amo Noivo! Te amo Amigo!
  

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

“Que queres que eu te faça?”



“Que queres que eu te faça?”. Parei e viajei no pensamento diante dessa pergunta de Jesus ao cego de Jericó.

O cego escutou o barulho da multidão e quis saber do que se tratava.

Ao tomar conhecimento de que Jesus estava passando por ali, não se importou com a multidão e começou a clamar em alta voz para que Jesus tivesse compaixão dele.

Em outras palavras ele pedia que Jesus olhasse para ele. 

Ele reconhecia que ali estava a solução para todos os seus problemas, o milagre que esperava há muitos anos na sua vida.

O seu clamor ecoava, ensurdecedor, a ponto de incomodar a multidão e esta pedir-lhe para que se calasse. 

Ele se calou? 

Muito pelo contrário, gritou mais alto. 

A sua necessidade por socorro, por salvação, por mudança, era superior ao orgulho, ao medo da multidão, a vergonha. 

O seu milagre estava a pouca distância dele e ele não poderia perder aquela oportunidade.

Jesus parou diante do seu clamor. 

Jesus mandou que o levassem até ele. 

Eu imagino que esse homem chegou diante de Jesus, tremendo, rosto molhado pelas lágrimas, corpo trêmulo e expressão desesperada no olhar. 

Em pé, frente a frente com Jesus, o cego tinha a sua oportunidade de salvação palpável.

Imagino o olhar de muito amor e carinho de Jesus para com aquele homem que clamava por ele, em muito desespero, com muita fé em Jesus, pedindo-lhe socorro. 

A fé daquele homem moveu o coração de Jesus e ele parou e perguntou: 

“Que queres que eu te faça?”.

“Senhor, que eu torne a ver”. O cego respondeu.

Jesus então lhe disse: 

“Recupera a tua vista; a tua fé te salvou”.

Imediatamente o cego tornou a ver e seguia a Jesus, glorificando-o. 

O povo de Deus vendo isso lhe dava louvores.


“Que queres que eu te faça?”.

domingo, 14 de fevereiro de 2016

FILHO E PAI X PAI E FILHO


Ao meditar no versículo 31 de Lucas 15, fiquei pensando sobre o relacionamento de pai e filho. O versículo diz assim: “ Então, lhe respondeu o pai: Meu filho, tu sempre estás comigo. Tudo que é meu é teu.”
Nos dois versículos anteriores o irmão do filho pródigo veio requerer do pai, porque ele o servia há tanto tempo, nunca havia transgredido a uma ordem do pai e o pai nunca havia dado sequer um cabrito para ele se alegrar com os amigos. No entanto, o irmão dele, que havia gasto toda a herança que o pai dera, o desonrara, agora voltava e era recebido com festas.
A resposta do pai, chama a atenção para o relacionamento desse filho. O pai estava sempre à disposição dos filhos, mas eles precisavam enxergar isso e ter atitude de aproximação com o pai, tanto quanto o pai tinha para com eles.
O filho pródigo sabia que tinha parte na herança do pai. Foi até o pai e pediu. O pai deu. O outro filho, provavelmente observa essa atitude do irmão criticamente. Serve ao pai, é obediente ao pai, mas, pelo visto, não se aproximava para compartilhar com o pai o que sentia, o que queria. Fazia o seu dever de servir, de obedecer, honrar com a obediência, sem transgredir a nenhuma ordem do pai.
O filho prodigo esbanjou a sua herança, foi viver os prazeres da carne, afastou-se do pai. E quando se sentiu vazio de tudo, se lembrou do pai e, arrependido, decidiu que voltaria para o pai. O conhecia. Sabia que se pedisse um emprego ao pai, ele o concederia. Assim poderia ter alimento e ainda estar perto do seu pai. Sem titubear, foi até o pai e humilhado, pediu que o pai o recebesse de volta, nem ousou que o pai o recebesse como filho, pois reconhecia que a forma como agiu com o pai não era o que um filho faria.  Mas, o pai o recebeu de volta, de braços abertos e ainda com uma grande festa.
O outro filho não pedia, provavelmente não falava o suficiente com o pai. Mas, quando se aproximou para questionar o pai, foi lembrado: “estás sempre comigo, o que é meu é teu”. É como se o pai dissesse: “Filho, se querias um cabrito para te alegrares com os teus amigos, porque não pegastes? Estás sempre comigo e não sabes ainda ficar à vontade comigo e com o que é teu?” .
Esse texto me fez parar e pensar profundamente nesse aspecto da nossa relação com o Pai. Somos seus filhos, Ele disse: “Tudo é vosso” (Portanto, ninguém se glorie nos homens; porque tudo é vosso” I Cor. 3:21). Temos parte na herança do Pai, Ele disse que nos daria o que pedíssemos (Mateus 7:7), mas não temos. Por quê?
É necessário revermos a nossa relação de filhos com o Pai Deus. Ele está sempre à nossa disposição de braços abertos. Mas, e nós, de que forma temos nos aproximado d’Ele? Qual tem sido a nossa motivação para usufruirmos da herança que temos com Ele? Estamos apenas buscando cumprir o nosso dever como filhos obedientes, sem transgredir, mas mantemos distância? Que tipo de filhos temos sido em nosso relacionamento com o nosso querido Pai? Pensemos nisso e nos posicionemos!













terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

ZELOSOS DE DEUS...

Compartilhando palavras "rhemas" de Deus na minha vida em janeiro. Meditem e sejam impactados tanto quanto eu fui! Abraço!

DOMINGO, 10 DE JANEIRO
O zelo do rei Jeú por Deus foi recompensado. 

É uma linda história de um rei que realizou o que Deus profetizou que aconteceria à casa de Acabe. 

Ele, corajoso e destemido, muito valente, foi lá e defendeu a causa da santidade de Deus.

II Reis 10:30
30 - Por isso disse o SENHOR a Jeú: Porquanto bem agiste em fazer o que é reto aos meus olhos e, conforme tudo quanto eu tinha no meu coração, fizeste à casa de Acabe, teus filhos, até à quarta geração, se assentarão no trono de Israel.

SEGUNDA. 11 DE JANEIRO DE 2016

II REIS 11

É preciso nos posicionarmos como zelosos do Senhor e tomar à frente contra os inimigos do nosso território. 

Depois que o sacerdote Joiada matou a afrontadora do povo de Deus houve alegria e sossego na cidade. 

Quem é a Atalia em nosso território que está matando os da linhagem real e trazendo perturbação à cidade?

II Reis 9:22
22 - E sucedeu que, vendo Jorão a Jeú, disse: Há paz, Jeú? E disse ele: Que paz, enquanto as prostituições da tua mãe Jezabel e as suas feitiçarias são tantas?
II Reis 11:20

20 - E todo o povo da terra se alegrou, e a cidade repousou, depois que mataram a Atalia, à espada, junto à casa do rei,

domingo, 7 de fevereiro de 2016

VIVA SEU CHAMADO...

DOMINGO, 7 DE FEVEREIRO DE 2016.

Ao meditar sobre o processo de desenvolvimento ministerial de Jesus no capítulo 2 de Lucas, fiquei pensando sobre o desafio dele cumprir o chamado, sendo sobrenatural, criado por uma família natural. 

Jesus tinha fome e sede de fazer a vontade do Pai desde muito cedo e isso é comprovado na palavra, nesse capitulo. Aos doze anos estava debatendo com os adultos, doutores da lei, acerca do Reino de Deus. Seus pais partiram e imaginaram que Jesus os tinha seguido. Mas Jesus estava tão envolvido com a sua missão, que não pode interromper para voltar para casa com os seus pais. 

Jesus gostaria que seus pais compreendessem algo que eles já sabiam, pois o anjo falou a Maria e José,  que Jesus era o filho de Deus, o Salvador; mas eles não compreendiam: "Por que me procuráveis? Não sabíeis que me cumpriria estar na casa de meu PaiNão compreenderam porém as palavras que lhes dissera". (Lucas 2:49-50) 

Como naturais não poderiam deixar um adolescente de doze anos sozinho, no meio de uma multidão de adultos, muitos deles, mal intencionados. Foram estes que crucificaram Jesus, dando falso testemunho a seu respeito, vinte um anos depois. 

A palavra diz que Jesus era submisso aos seus pais e voltou com eles: "E desceu com eles para Nazaré e era lhes submisso" (Lucas 2:51a). Há outros episódios dessas interrupções, como no milagre da água em vinho, quando Maria ficou dizendo a Jesus o que deveria fazer e quando Jesus estava pregando para as multidões e Maria e os outros irmãos de Jesus vieram falar com ele. São esses os textos.: 

“Três dias depois, celebravam-se bodas em Caná da Galiléia, e achava-se ali a mãe de Jesus.
Também foram convidados Jesus e os seus discípulos.
Como viesse a faltar vinho, a mãe de Jesus disse-lhe: Eles já não têm vinho.
Respondeu-lhe Jesus: Mulher, isso compete a nós? Minha hora ainda não chegou.
Disse, então, sua mãe aos serventes: Fazei o que ele vos disser.” João 2:1-5

"E, falando ele ainda à multidão, eis que estavam fora sua mãe e seus irmãos, pretendendo falar-lhe.
E disse-lhe alguém: Eis que estão ali fora tua mãe e teus irmãos, que querem falar-te.
Ele, porém, respondendo, disse ao que lhe falara: Quem é minha mãe? E quem são meus irmãos?
E, estendendo a sua mão para os seus discípulos, disse: Eis aqui minha mãe e meus irmãos;
Porque, qualquer que fizer a vontade de meu Pai que está nos céus, este é meu irmão, e irmã e mãe".  Mateus 12:46-50


Quando Jesus começou seu ministério, tinha trinta anos:Jesus tinha cerca de trinta anos de idade quando começou seu ministério. Ele era, como se pensava, filho de José, filho de Eli. (Lucas 3:23). Nos evangelhos vemos escrito quão intenso fora o desenvolvimento do seu ministério e não vemos que Ele tenha ficado com a família, mas saiu para exercer o chamado. 

Jesus estava sempre pelos montes, em lugares desertos, no meio das multidões, em diferentes cidades, andando de um lugar para o outro, pregando o evangelho do Reino, ensinando nas sinagogas, curando os enfermos, libertando os cativos por satanás, livrando os que que necessitavam, atendendo a todos que precisavam de salvação. 

Ele não parou em nenhum momento e concluiu o seu ministério na caminhada até o calvário, onde cumpriu por definitivo a sua missão na Terra, morrendo por nossa causa, a fim de que não apenas alguns, mas todos fossem salvos da condenação eterna do pecado pelo ato de desobediência de Adão e Eva, no Eden. 

Que lindo filho, Jesus! Que noivo mais lindo, Jesus! Fiel, amoroso, muito comprometido com a causa do Pai. Um exemplo inigualável para seguirmos, todos os dias das nossas vidas, o dia todo. Quando temos um chamado, um propósito em Deus, não podemos parar por causa da família, por causa das circunstâncias... 

Uma missão não pode ser interrompida, senão colocaremos em risco a vida de inúmeras gerações. Jesus foi até o fim; Ele foi até a morte e foi recompensado com o resgate de todas gerações dos filhos de Deus, devolvendo-os ao Pai. 

Deus o recompensou restituindo-lhe a vida e o trono. Jesus disse em visão ao apóstolo João, referindo à igreja Filadelfia: “Sê fiel até a morte e dar-te-ei a coroa da vida. Ap; 3:11. 

Sejamos fieis, até a morte, e viveremos a promessa da vida!

sábado, 30 de janeiro de 2016

A SÓS NA CRUZ



Ninguém vai para a cruz acompanhado
No trajeto até a cruz, 
Deus poderá prover pessoas para ajudar a carregar a pesada cruz
Mas depois teremos que reassumí-la
E continuar a carregá-la até o lugar do sacrifício
Haverá uma plateia a nos observar
Uns escarnecendo, zombando, gostando
Outros, se compadecendo, chorando
Desejando que não passemos por tal situação
Mas lá na cruz, se está só
A dor que sente, a tormenta que passa
Só quem está na cruz pode passar
Ninguém pode sentir a dor e o sofrimento que estamos sentindo na cruz
Apenas nós a sentimos
Mas, há a ressurreição!
Não ficaremos mortos
A cruz é o memorial da necessidade de morrer
Para ter o privilégio de ressuscitar!
Só tem direito a vida
Quem não teme passar pela morte.


sábado, 30 de janeiro de 2016.


terça-feira, 26 de janeiro de 2016

QUANDO JESUS DESCEU DO MONTE


MATEUS 8

·        Jesus desceu do monte e não parou de operar milagres e maravilhas:
- Um leproso saiu ao seu encontro, falou a Jesus que se Ele quisesse poderia curá-lo. Jesus disse que queria e o curou;
- Um centurião foi ao seu encontro para rogar que Jesus curasse o seu criado. Jesus se prontificou a ir até a casa dele e dar a saúde ao criado. O homem disse que bastaria jesus dar uma palavra que ele mandaria alguém ir lá dizer ao criado. Jesus admirou-se com aquela fé e declarou que seria feito conforme a fé do centurião e no mesmo instante o criado ficou curado;
- Foi à casa de Pedro. A sogra dele estava com febre e Jesus curou-a;
- À tarde levaram muito endemoninhados perante Jesus e Ele, com sua palavra expulsou todos os demônios;
- A multidão o seguia e Ele pediu que passassem para o outro lado.
- Um escriba quis seguir Jesus aonde Ele fosse, mas Jesus disse que não tinha onde ficar; outro disse que queria seguir Jesus, mas precisaria sepultar seus mortos antes, Jesus orientou-o a segui-lo e deixar que os mortos sepultassem os seus mortos.
- No mar que os discípulos se encontravam para ir para o outro lado, começou a acontecer uma grande tempestade e o barco estava quase virando. Jesus dormia dentro do barco. Os discípulos foram chama-lo e Jesus chamou a atenção deles por não ter fé e deu ordem ao mar e ao vento, fazendo-os se acalmarem.

- Do outro lado, dois endemoninhados saíram ao seu encontro. Eles tinham legião e Jesus expulsou os demônios, que entraram numa manada de porcos e se precipitaram no mar e morreram. O povo da cidade pediu que Jesus se retirasse dali

MEDITANDO...

MEDITANDO ...

EM MATEUS 7
·        Jesus dá a ordem: não julgueis para que não sejais julgados; seremos medidos com a mesma medida que medirmos os outros. Vigiemos!
·        Jesus dá uma chamada severa ao que fica reparando no que o outro tem feito, mas não repara no que está fazendo. Sem rodeios Jesus chama de hipócrita ao que age dessa forma e manda que vá cuidar da própria vida em vez de ficar olhando a vida dos outros (parafraseei).
·        Não devemos dar coisas santas a cães, nem pérola a porcos. Por que desperdiçaríamos os tesouros do Pai com quem não merece?
·        Jesus estimula-nos a ter atitude: peça, busque, batei, a fim de que recebamos, encontremos e tenhamos a porta aberta. Afinal, Deus, o Pai é bom e nos dará tudo que precisamos.
·        Jesus alerta:
- Para que entremos pela porta estreita, pois ela nos conduzirá à vida, e nos apartemos da porta larga, que conduz à perdição;
- Para nos acautelarmos quanto aos falsos profetas, pois são lobos vestidos de ovelhas; dá para reconhecê-los pelos seus frutos.
- Que nem todos que dizem a Ele: Senhor, Senhor, irá entrar no reino dos céus; entrará no reino dos céus quem faz a vontade de Deus;

- Que quem escuta as palavras d’Ele e as pratica é semelhante a um homem que construiu a casa dele sobre a rocha, e quando desceu a chuva, correram os rios, sopraram os ventos, combateram aquela casa, mas ela não caiu, porque estava edificada na rocha.